sexta-feira, 14 de outubro de 2011

TEIXEIRA DE FREITAS BA: Delegado conclui inquérito da morte de Cigano em Teixeira de Freitas


Teixeira de Freitas: O titular da Polícia Civil, delegado Charlton Fraga Bortolini, concluiu e remeteu à justiça na tarde desta quinta-feira, dia (13/10/2011) de outubro, o inquérito policial que apurou a morte de Welton Souza Pena,  o “Cigano” de 34 anos, que foi morto no dia 05 de maio de 2011, na Rua Jordânia no bairro Ulisses Guimarães, próximo ao “Bar da Maria”, quando foi alvejado por quatro disparos de arma de fogo, que lhe ceifaram a vida.
O autor da morte de “Cigano”, foi identificado como sendo Eduardo Caíres dos Santos, o “Eduardo Pedreiro”, que teria invadido o estabelecimento comercial, onde a vítima se encontrava bebendo, e efetuado vários disparos de arma de fogo contra o mesmo, que ainda tentou fugir de seu desafeto, que acabou lhe perseguindo, efetuando mais disparos, tirando a vida de “Cigano”.


Várias testemunhas, que estavam presentes no local do evento delitivo apontaram como sendo “Eduardo Pedreiro”, o autor do homicídio, e a motivação para o crime seria além de uma rixa antiga, entre a vítima e o assassino. O fato que em depoimento foi esclarecido à polícia, seria que a vítima teria contribuído para que “Eduardo Pedreiro”, fosse preso, o que lhe teria deixado ainda mais raivoso e decidido pela sua morte.
O autor do homicídio, Eduardo Caíres dos Santos, o “Eduardo Pedreiro”, acabou sendo assassinado em 14 de agosto, na Rua Polônia, também no bairro Ulisses Guimarães, com diversos disparos de arma de fogo.

Após matar “Cigano”, “Eduardo Pedreiro”, teria ido se refugiar no Espírito Santo, e tinha retornado poucos dias antes de ser assassinado, o que levanta a hipótese de que o seu crime tenha relação com a morte de “Cigano”.

Com a morte do autor do assassinato de “Cigano”, o delegado Charlton Fraga, requereu à justiça o arquivamento dos autos, por acreditar que o crime não é mais punível, uma vez que o seu agente morto, não justifica mais a atuação da justiça.

O delegado ressalta ainda, não restam dúvidas sobre a autoria do assassinato de “Cigano”, em razão das provas concretas e indiscutíveis, que apontaram para “Eduardo Pedreiro”, como sendo o autor do fato.

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